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Como um agent usa isto

Um agent usa a API /v1 em um laço simples:

  1. Autenticar: Authorization: Bearer $NEBULAR_TOKEN. O token vem de variável de ambiente, nunca do texto do prompt nem de arquivo versionado. Confirme escopos e limites com GET /v1/me (Token de API).
  2. Agir com Idempotency-Key em todo POST que cria, para que repetir seja seguro.
  3. Esperar quando a resposta for assíncrona: upload 202 pending (Uploads pending) ou deploy queued. Consulte o recurso com backoff (2 s, dobrando até 30 s); não reenvie.
  4. Ler o erro pelo campo error e decidir pela tabela de erros:
    • 4xx (exceto 429): corrija a requisição; não repita igual.
    • 429, 503: repita depois de Retry-After (ou com backoff).
    • 401/403: pare e peça um token novo ou com o escopo certo a uma pessoa.
    • 404: o recurso não existe ou não é do seu time; a API não distingue. Confira o id; não tente descobrir.
  5. Parar e pedir uma pessoa quando o erro exigir decisão humana (malware_detected, quota_exceeded, deploy failed sem causa clara nos logs).
  1. POST /v1/projects e POST .../services (veja Primeiro deploy).
  2. Variáveis e, se preciso, banco e volume (Variáveis e referências, PostgreSQL).
  3. POST .../deployments (ou POST /v1/projects/{p}/deploy para o grupo).
  4. Polling de GET .../deployments/{d} até ready (para o grupo, GET /v1/projects/{p}/group-deployments/{g} até status sair de running; ready é sucesso). Estado failed, blocked, canceled ou superseded: pare e leia o log de build (Logs).
  5. Verifique a URL pública. Se falhar, rollback para o deploy anterior e reporte.

Fluxo de decisão completo: Fluxo de diagnóstico. Receita pronta: Do zero ao ar com um agent.